Minas são muitas. Depois de um show avassalador em Ouro Preto, no festival de inverno, Alceu Valença volta a Minas Gerais para dois shows:
Nesta sexta, 3 de setembro o cantor abre a Festa das Nações no Parque de Exposições Irineu Gomes Filho, no Horto Florestal de Ubá.
No sábado, dia 4, Alceu se apresenta no Parque de Exposições de Dom Silvério. Os espetáculos começam às 23h e têm entrada franca.
O show de Alceu Valença reúne as diversas vertentes de um artista capaz de reciclar inúmeros gêneros da MPB, em canções que traduzem o Nordeste para o Brasil e o Brasil para o mundo.
Do sertão e do agreste de Pernambuco – onde nasceu e adquiriu suas primeiras influências – Alceu recria os mestres Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro em baiões, xotes e cocos atemporais como “Vem Morena”, “Baião”, “o Canto da Ema”, “Sabiá”, “Xote das meninas”.
Do agreste para o litoral, o frevo, a ciranda e o maracatu abrem caminho para desfilar o “Bicho Maluco Beleza”, o “Diabo Louro”, o “Hino do Elefante” e a “Ciranda da Rosa Vermelha” pelas ancestrais ladeiras de Olinda.
“Voltei Recife”, La Belle Du Jour e “Pelas Ruas que Andei” cantam a capital pernambucana - sua sedutora geografia, a mágica hospitaleira de sua gente, a sofisticação de seus símbolos e de sua cultura.
Dentre os grandes sucessos do compositor, aqueles que ultrapassam gerações e fronteiras da música brasileira, não podem faltar “Tropicana”, “Como dois animais”, “Solidão”, “Girassol”, “Coração Bobo”, “Anunciação”, “Estação da Luz”, “Embolada do Tempo”.
Montado no promissor futuro indicativo do Brasil profundo, Alceu Valença transita entre o urbano e o regional, o contemporâneo e o permanente. O tempo não tem parada em sua estação da luz.
Alceu se apresenta ao lado de Paulo Rafael (guitarra), Maurício Oliveira (baixo), Tovinho (teclados), Cássio Cunha (bateria), Chiquinho Ceará (sanfona) e Edwin (percussões).